Sua obra chamativa e extravagante. Possui uma bela coleção de leques de madeira e tela pintada, ainda que o que mais chama a atenção é a grande quantidade de brincos, pingentes e broches de pasta modelada em formas impossíveis e pintadas em cores originais. Otras histórias é a loja de Elena Núñez, artesã de Sevilla. A seguir algumas partes da entrevista na qual nos ajuda a entender melhor o seu trabalho:

O que sente quando cria uma peça de artesanato?

Sempre tive a necessidade de fazer coisas, objetos, bijuterias, desenhar, pintar… todo este mundo criativo que me invade e provoca esta dualidade estranha entre sofrer porque quero conseguir fazer o que está na minha cabeça, e me esforçar para concretizar o que tenho em mãos.

O que a motivou a começar a trabalhar com artesanato?

Basicamente faço artesanato porque fazer coisas é minha maneira de viver. É uma necessidade vital na qual posso me expressar de uma forma live, e isso é talvez o que mais gosto: a sensação de liberdade que provoca quando fabrica coisas de suas próprias mãos.

Que passos segue quando cria uma nova peça?

Meu processo de criação sempre começa por uma imagem mental que se desenvolve até chegar a forma física: primeiro em um papel e depois em três dimensões.

Para modelar as peças uso as mãos, palitos de molde e ferramentas próprias que fabriquei pra obter o que preciso.

Uma vez que as peças já estão cozidas, chega o momento de pintar. Cada peça pede um tom, uma cor ou uma sombra. É importante aplicar a pintura e a cor correta, seja em acrílico, óleos ou metalizados.

Depois deste momento chega a paz. Está feito. Bom ou mau, já existe. Apenas tenho que passar para a peça seguinte.

  1. 1 Comentário a “O artesanato de expressão”

  2. Gostaria de parabenizar a todos vcs artistas do artesanato. Pessoas de criatividades que nos deixa impressionados, Vcs são verdadeiros artistas. Gostaria que vcs tivessem mais espaço no mercado externo.

    Por MARCELO MUNIZ DE FRANÇA a out 17, 2008

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