Insetos, coelhos e bruxas. Artesanato inesperado
De lojas com Alex
Não é a primeira vez neste blog que falo de amigurumis, estes engraçados bonecos tecidos que invadiram a rede desde o Japão.
Estes bichinhos sempre me chamaram muita a atenção, assim ontem pela manhã, aproveitando que fazia um pouco de sol e um dia quase de verão, me levantei cedo e fui às lojas em artesanum.
Enquanto passeio de um lado para o outro, babando com todas as lojas que cruzam o meu caminho, encontro um enorme inseto. Sim, sim, era um inseto enorme, todo colorido e sorridente que desliza suavemente até a mim.
O inseto me olha fixamente e segue tranqüilo seu caminho sem alterar sua rota. Como não poderia ser de outra forma, decido segui-lo. Entra em uma loja repleta de gente que olha abobalhada as estantes cheias de amigurumis. No fundo, Sol faz um patinho amarelo enquanto um menino a olha maravilhado.

“No verão passado minha irmã me apresentou uns cursos nos quais te ensinavam a fazer amigurumis. Foi a primeira vez que ouvia uma palavra como esta. Quando me explicou que eram pequenos animais, bichinhos ou formas feitas com agulha de crochê me deu um ataque de riso. Logo ao ver os dela fiquei animada e me inscrevi no curso, desde este dia não parei mais…”
Porque afinal os amigurumis são isso, uma coisa diferente, divertida, inesperada, surpreendente, que entra na vida de seus criadores e nos cativa sem que possam fazer nada para evitar esta moda.

Sol é sem dúvida, um bom exemplo disso, já que ‘com a agulha de crochê se pode fazer uma infinidade de inovações: tecer em 3 dimensões, fazer encaixes, redes, mantas, colchas, vestidos… tudo o que imaginarmos, já que não precisamos de um padrão fixo”.
Antes de sair (já está na hora de comer e minha barriga está roncando) pergunto a Sol quais os planos para o futuro. Ela responde sem hesitar:
“Adoro inovar, assim que de mim se pode esperar qualquer coisa…”







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