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O Halloween é uma celebração importada pelos Estados Unidos aos emigrantes irlandeses, reinventando o culto aos mortos, popularizado e então exportado para o resto do mundo.

Podemos remontar a duas origens desta celebração, que se foram transformando e mesclando ao longo dos tempos: a pagã e a cristã.

A pagã é originária das ilhas britânicas, nascida na religião dos Druídas, com a celebração do solstício de inverno, samhain, que literalmente se traduz em final do verão. Nos dias que precediam o samhain que dava início ao novo ano celta, festejavam-se os mortos, que era para os Celtas o estado da felicidade perfeita. Os sacerdotes Druidas faziam o contacto entre as pessoas e os seus antepassados, e nessa data os espiritos dos mortos viriam visitar os seus lares e ajudar os familiares na passagem ao mundo do outro lado.

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A origem cristã desta festa data do sec. IV, primeiro dedicada a Todos os Mártires, mais tarde dedicada a Todos os Santos, e celebrada universalmente. A grande festa passou a ter início na noite anterior ao dia 1, a qual consiste numa vigília que prepara a festa do dia seguinte. Esta vigília, em ingles, era chamada de All Hallow’s Eve (a Vigilia de todos os Santos), que com a mutação própria do tempo se veio a chamar de All Hallow Een até à designação actual Halloween.

Dedicados a este tema, que já nada tem que ver com a sua origem, muitos são os artesanatos que vamos encontrando nos passeios que damos por artesanum. Aqui lhe deixamos alguns dos exemplos mais originais, tão assustadores como divertidos,  dedicados à noite de 31 de outubro para 1 de novembro, que está mesmo aqui à porta.

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